Florestas e Agro carregaram o trimestre. Água ficou estável — o MRR segurou sem a venda one-shot aparecer em NF. Corporativo perdeu volume, mas ganhou base de clientes (de 15 pra 35).
Três pódios. Cada linha traz o valor em Q1 2026 e, no subtítulo, o contexto do 2025 (quando entrou, quanto fez o ano inteiro). Os badges à direita traduzem o que importa: quem escalou, quem segurou, quem caiu.
A colheita de Q1 2026 foi plantada em setembro do ano passado.
Quatro dos cinco maiores clientes do trimestre entraram na carteira entre julho e novembro de 2025 — e voltaram escalando forte. Bom Futuro fez em 1 trimestre 4,6× o que tinha feito em dois meses. Floraplac, 4,8×. Ativa Bio dobrou. O contraponto é Infiniti: era a âncora de Q1/25 e caiu de R$ 983k pra R$ 195k — a saída de um cliente custou R$ 788k. O trimestre cresceu +32,7% mesmo assim.
Q1 provou duas coisas: o mix de ticket alto funcionou (Florestas e Agro carregaram com 61% menos volume), e o trabalho comercial do 2º semestre de 2025 virou receita pesada agora. A colheita foi plantada lá atrás.
A pergunta do Q2 é se a safra continua — ou se Bom Futuro, Maggi e Floraplac foram o pico. O alerta é Infiniti: perder uma âncora custou R$ 788k, e ninguém avisou. Cliente grande parando de comprar é o risco silencioso.
Três coisas pra segurar até 30/jun: (1) plantar Q3/26 agora — abrir 8-10 clientes novos em Florestas/Agro este trimestre, (2) reativar ou substituir Infiniti com pelo menos R$ 500k em pipeline qualificado, (3) trazer o MRR Água (R$ 341k/mês confirmado) pra dentro da nota fiscal.